Biblioteca Municipal Álvaro de Campos reabre mais espaços ao público

Biblioteca Municipal Álvaro de Campos reabre mais espaços ao público
Álvaro de Campos Municipal Library reopens more spaces to the public

A partir de dia 16 de junho, a Biblioteca Municipal Álvaro de Campos alarga a sua abertura ao espaço infanto juvenil.

Continua com o funcionamento de segunda a sexta-feira, entre as 10h00 e as 12h30 e as 14h30 e as 17h30.

É possível aceder a todos os espaços, nomeadamente, a computadores e ao manuseamento do fundo documental, inclusive os periódicos.

Será permitida, também, a frequência no pátio interior e na cafetaria.

A permanência, nestas áreas, é ainda condicionada, devendo ser cumprido o devido distanciamento social, as regras de higiene e segurança e o Plano de Contingência para o uso dos espaços da Biblioteca.

Estando na página da Biblioteca poderá ver a Lotação do espaço, mesmo estando fora do edifício. Na coluna Informações, logo abaixo das Novidades, encontra um botão que diz Lotação ao clicar, pode verificar o número de pessoas presentes no espaço.

Lotação de pessoas por espaços de acordo com o Plano de Contingência

  • Espaço adultos – 15 pessoas
  • Espaço Infantil – 7 pessoas 
  • Sala Guilherme Camacho (auditório) – entre 18 a 22 pessoas
  • Jardim:
    • 20 pessoas (3 pessoas por mesa se forem coabitantes)
    • 7 pessoas (1 pessoa por mesa se não forem coabitantes)

As of June 16, the Álvaro de Campos Municipal Library opened the space for children and youth.

It continues to operate from Monday to Friday, between 10:00 am and 12:30 pm and 2:30 pm and 5:30 pm.

It is possible to access all spaces, namely, computers and the handling of the documentary fund, including periodicals.

Attendance in the inner courtyard and cafeteria will also be allowed.

The permanence, areas, is still conditioned, and due social distance, hygiene and safety rules and the Contingency Plan for the use of the Library spaces must be complied with.

Being on the Library page you can see the Capacity of the space, even furniture for the building. In the Information column, just below the News, find a button that says Capacity when clicking, you can check the number of people present in the space.

Capacity for people in spaces according to the Contingency Plan

  • Adult space - 15 people
  • Children's Space - 7 people (not yet working)
  • Guilherme Guilherme Camacho room (auditorium) - between 18 to 22 people
  • Garden:
    • 20 people (3 people per table if they are cohabiting)
    • 7 people (1 person per table if they are not cohabiting)
(published on 2021-06-15)

Autor do Mês

Alice Vieira nasceu em 1943 em Lisboa. Desde 1979 tem vindo a publicar regularmente tendo editado na Caminho mais de cinco dezenas de títulos. Em 1979 recebeu o Prémio de Literatura Infantil Ano Internacional da Criança com Rosa, Minha Irmã Rosa; em 1994, o Grande Prémio Gulbenkian, pelo conjunto da sua obra. Foi indicada, por duas vezes, como candidata portuguesa ao Prémio Hans Christian Andersen (o mais importante prémio internacional no campo da literatura para crianças e jovens). Alice Vieira é uma das mais importantes escritoras portuguesas para jovens, tendo ganho grande projeção nacional e internacional. Foi igualmente apresentada por duas vezes, como candidata ao ALMA (Astrid Lindgren Memorial Award).
In: wook.pt

(published on 2021-06-15)

Junho - Inquérito de Satisfação

Inquerito de satisfação

Solicitamos a sua colaboração no preenchimento deste breve, questionário que visa apurar as opiniões dos nossos utilizadores/visitantes, com vista a melhorar os nossos serviços e proporcionar uma melhor experiência, na utilização da sua Biblioteca. Esperamos, com a maior brevidade, disponibilizar o nosso espaço de forma mais completa, saindo gradualmente da fase de pandemia que se estende desde 2020.

 

Gratos pela Vossa Colaboração

(published on 2021-02-01)

“O que estou a ler”

“Montedidio” de Erri de Lucca

Montedidio, é um bairro de vielas, apinhado de gente e casas. Vive aí um rapaz de 13 anos a quem o mestre ensina um ofício. Durante esta aprendizagem ele descobre a palavra Amor. Considerado, pela crítica um dos grandes livros da literatura contemporânea, em Itália. Montedidio foi publicado em Itália em 2001 e editado em Portugal, quase de seguida pela Âmbar. Esgotou, e voltou em 2012 a ser reeditado pela Bertrand.
Erri de Lucca, nasceu em Nápoles em 1950. Trabalhou em diversas áreas, foi operário, viajou e escreveu o seu primeiro livro aos 40 anos.
É escritor e tradutor, autodidata em diversas línguas. Montedidio foi publicado em Itália em 2001 e em Portugal, quase de seguida, pela Âmbar. Saiu de circulação, e voltou em 2012 a ser reeditado pela Bertrand.
Um escritor apaixonado, com uma vida intensa repleta de experiências refletidas no que escreve.

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(published on 2021-06-02)

Sugestões de Leitura

“Périplo pelos Bares do Mediterrâneo e outras Histórias”
de Ali Duaji; ed: E-Primatur, 2020

A mais importante novela (1935) de um dos grandes renovadores da moderna literatura árabe que antecipam, de certa forma, Kerouac ou Bukowski numa realidade completamente diferente.
Inspirada numa viagem empreendida pelo grande escritor tunisino no ano de 1933, a novela que dá título a este volume relata a jornada do autor e dos seus companheiros por vários portos do Mediterrâneo. O percurso, feito maioritariamente de barco, mas também de camioneta em curtas excursões por terra, começa na travessia entre Tunes e a Córsega, e, segundo as palavras do autor, leva-o a deparar-se com «um tremendo sinal de interrogação que começa em França, passa por Itália, Grécia, Turquia e Levante, e cujo ponto é a cidade de Alexandria, a última e a mais importante desta nossa viagem».
No entanto, o livro termina a narrativa deste périplo na cidade de Esmirna, na Turquia, não sendo claro por que razão o autor não quis avançar mais. Muito possivelmente, de acordo com o seu temperamento indisciplinado e refratário, simplesmente não lhe apeteceu escrever mais e fechou o relato.
Esta novela, publicada em 1935, é uma espécie de obra «on the road» e uma bela amostra de uma literatura árabe que poucos europeus suspeitavam existir no começo do século XX. Apesar de ser tentador traçar alguns paralelos com o género de viagem (rihlah) da literatura clássica, cujo exemplo mais conhecido é A Viagem de Ibn Battutah, na realidade Ali Duaji é mais facilmente comparável à beat generation. A intenção do autor, mestre de uma ironia fabulosa, é não falar sobre o que os leitores estão «habituados a ler em livros de viagens sobre as curiosidades dos mares ou as maravilhas da natureza, nem sobre montanhas altíssimas ou grutas profundíssimas». E também admite que não irá «descrever as ruas, as praças, os jardins e os edifícios. São coisas que se assemelham entre si em qualquer lugar […]». O título do livro justifica-o alegando que «foi para estabelecer a verdade relativamente ao que fizemos durante o nosso périplo pelos portos deste esplêndido mar, dos quais nada vimos a não ser os bares e os cafés».
Mas nem só de bares viveu o autor nesta viagem, visto que acompanhou algumas excursões em que é subtilmente patente o seu desinteresse pelas mesmas, e até mesmo um certo escárnio pela ignorância e indelicadeza por parte dos seus companheiros de viagem europeus. O autor relata a sua visita à Córsega (Bastia), a Nice e à Côte d’Azur, a Nápoles a Pompeia, ao Pireu, a Atenas, a Dardanelos, a Istambul ou a Esmirna através dos seus encontros com os nativos e as nativas e do seu convívio com os demais companheiros de viagem, numa tentativa subjetiva de compreender o que há de comum e de diferente entre os povos mediterrâneos e de aprofundar os seus conhecimentos íntimos sobre a beleza da mulher mediterrânea, que tanto admira.
Esta tradução foi feita a partir do original árabe e a ela se acrescentam mais alguns contos do autor (com personagens portugueses, inclusive). Assim esta é a primeira edição em língua portuguesa da obra daquele que é considerado o pai do moderno conto tunisino.
Infelizmente, Duaji morreu cedo, aos 40 anos, vítima de tuberculose, e não deixou para a posteridade uma obra vastíssima. No entanto, o que escreveu foi suficiente para fazer dele um vulto incontornável da renovação literária árabe da modernidade. Além de contos, escreveu artigos de opinião, poesia e teatro. Era um frequentador assíduo da boémia tunisina dos anos 30 e um profundo conhecedor da literatura árabe e francesa, apesar de nunca ter completado o ensino primário

in: e-primatur

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(published on 2021-06-14)

Para os mais novos

“O Pequeno Livro do Ambiente”
de Christine Coirault, da Editorial Presença.

 

 

Gostas das árvores e dos animais?
Aprecias tanto a chuva como a luz do sol?
Queres dizer "não" ao desperdício?
Reciclar o lixo,
poupar água,
respeitar a natureza,
proteger os animais?

E tudo isto, começa em casa!

Aqui mais sugestões de leitura 

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(published on 2021-06-10)

Noticias Literárias

Prémio Literário Francisco Sá de Miranda

Ana Luísa Amaral acaba de vencer o Prémio Literário Francisco Sá de Miranda, com o livro Ágora. Recebeu há dias, o Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana. Tem um novo livro a sair. Foi entrevistada por Maria João Costa.

(published on 2021-06-15)
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Rede de Bibliotecas de Tavira
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