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Uma dor tão desigual / Afonso Cruz...[et al.]

Idioma Português. País Portugal. Publicação Alfragide : Teorema, 2016 Descrição 199 p. ISBN 978-972-47-5113-9 Resumo Trata-se de uma coletânea de contos da autoria de oito escritores portugueses (CRUZ, Afonso; CARDOSO, Dulce Maria; TAVARES, Gonçalo; NETO, Joel; HORTA, Maria Teresa; CAMARNEIRO, Nuno, REIS, Patrícia e ZIMLER, Richard) que respondem a um desafio editorial, com parceria da Ordem dos Psicólogos: explorar as "fronteiras múltiplas e ténues que definem a saúde psicológica e o que dela nos afasta". A diversidade de narrativas, espelhando relatos íntimos e histórias de vida, elas próprias particulares e envolvendo vários aspetos da fragilidade psicológica, é, ao mesmo tempo, um retrato de possíveis situações que afetam o ser humano como tal, na vicissitude da sua existência. Cumpre-se, então, um papel pedagógico e humanista - alertar para o preconceito e para a estigmatização do "outro", que frequentemente dificulta o despertar da consciência e a procura de ajuda técnica para novos projetos de vida; motivar a esperança num caminho pessoal de maior conhecimento e desenvolvimento, sendo central refletir sobre a nossa vida emocional e sobre a permanente experiência e expressões do nosso comportamento para nos capacitarmos para a mudança. (BESJAC) Nome comum Literatura portuguesa
Contos
CDU 83
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Monografias Biblioteca da Escola Secundária Dr. Jorge Augusto Correia 83 DOR Disponível BESJAC11672

Trata-se de uma coletânea de contos da autoria de oito escritores portugueses (CRUZ, Afonso; CARDOSO, Dulce Maria; TAVARES, Gonçalo; NETO, Joel; HORTA, Maria Teresa; CAMARNEIRO, Nuno, REIS, Patrícia e ZIMLER, Richard) que respondem a um desafio editorial, com parceria da Ordem dos Psicólogos: explorar as "fronteiras múltiplas e ténues que definem a saúde psicológica e o que dela nos afasta". A diversidade de narrativas, espelhando relatos íntimos e histórias de vida, elas próprias particulares e envolvendo vários aspetos da fragilidade psicológica, é, ao mesmo tempo, um retrato de possíveis situações que afetam o ser humano como tal, na vicissitude da sua existência. Cumpre-se, então, um papel pedagógico e humanista - alertar para o preconceito e para a estigmatização do "outro", que frequentemente dificulta o despertar da consciência e a procura de ajuda técnica para novos projetos de vida; motivar a esperança num caminho pessoal de maior conhecimento e desenvolvimento, sendo central refletir sobre a nossa vida emocional e sobre a permanente experiência e expressões do nosso comportamento para nos capacitarmos para a mudança. (BESJAC)

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