"Cães Maus não Dançam"
de Arturo Pérez-Reverte
Nas ruas sombrias de Madrid, um velho cão chamado Negro inicia uma busca perigosa por dois companheiros desaparecidos. Antigo cão de combate, marcado pelas cicatrizes do passado, conhece o pior dos homens, mas também o valor da lealdade.
Num mundo duro, onde sobrevivem os mais fortes e os mais astutos, Negro descobre que ainda há algo que merece ser defendido: a amizade, a dignidade e a capacidade de permanecer fiel.
Cães Maus Não Dançam é um romance intenso e comovente, de uma imensa ternura, onde os cães falam da condição humana com mais verdade do que os próprios humanos. Um thriller emocional, sombrio e terno, sobre sobrevivência, memória e afeto.
Porque há feridas que nunca desaparecem. E há cães que, simplesmente, nunca aprendem a deixar de amar.
E depois, há a escrita de Arturo Pérez-Reverte, seca, elegante, dura, capaz de alternar brutalidade e delicadeza numa mesma frase. Uma escrita que não sentimentaliza a dor, mas que encontra, no meio da violência e da desilusão, uma forma de ternura profundamente humana.
